Quinta-feira, 25 de Setembro de 2008

Nem sei o que chamar a isto...

Hoje foi um dia de cortar os pulsos...

Tive que faltar ao trabalho de manhã para ir fazer a inscrição no segundo ano do mestrado.

Foi metódica ao ponto de levar todos os papéis e merdices que eles queriam, não me esqueci de nada, para não ter de voltar lá e faltar mais um dia ao trabalho.

Cheguei lá cedo, assim que a secretaria abriu e entreguei os papéis. E depois começou a tragédia.

O brutamontes que me atendeu, diz-me que tinha que ter orientadora escolhida aquando da inscrição. Quando as coordenadoras do curso me disseram que não, que se não tivesse, o conselho de mestrado atribuía-me alguém.

Pânico! Vou em busca das coordenadoras, corro aquela faculdade toda e nenhuma delas está presente. Encontro amigos que se juntam a mim, desta vez em busca de orientador. Estava pronta para me atirar ao pescoço do primeiro professor que me aparecesse à frente. Só que professores, nem vê-los. Departamentos todos fechados e o pessoal docente daquela escola desaparecido em parte incerta.

Tive que me render às evidências: ia voltar para o trabalho sem o assunto resolvido e teria de pedir mais uma manhã. E o que eu detesto pedir estas coisas ao meu boss! Não que ele me diga que não, mas pá, não gosto, não sei bem porquê...

Chego ao trabalho e começo a enviar mails alterados q.b., a dizer que assim não pode ser, que só me apetecia fazer um atentado à bomba à secretaria.

De um lado vem a resposta que eu devo ter percebido mal (devo, devo, de todas as cinco vezes que perguntei), do outro vem a minha salvação. Uma professora que já conheço há uma data de anos diz-me que, apesar de já ter muitos orientandos, aceitar orientar-me a tese, que não o faria por mais ninguém tão em cima da hora (faltam dois dias para o fecho dos registos), mas que abre a excepção. 

O único inconveniente é que não vou poder fazer aquilo que estava a pensar, que já tinha começado. E terei que lá estar amanhã à uma da tarde. Ou seja, pedir para me baldar mais uma vez, é preciso! Numa altura em que ando de volta de uma tradução de seguros que me anda a pôr a cabeça em água e cujo prazo é minúsculo. Mas ele disse-me que sim, na boa, "resolva lá tudo bem resolvido".

Amanhã tenho que acabar aquela maldita tradução até ao meio-dia (medo, medo!), escolher o tema de mestrado, enfiar-me na secretaria e ainda voltar ao trabalho(espero eu!) lá para as três ou quatro.

Acho que neste fim de semana vou precisar fazer uma sessão de massagens intensivas e de terapia para resistir à tentação de assassinar as gajas da secretaria com gás sarin!

 

Anyway, está quase resolvido o imbróglio, mas ia tendo um esgotamento nervoso! Felizmente a Prof. veio em meu auxílio, ela que já tinha falado comigo anteriormente sobre ser minha orientadora, mas na altura não se proporcionou, um pouco por preguiça minha.

No fim do telefonema, disse-me: "Olhe Andreia, isto foi o destino" ( trabalharmos juntas). 

Bem, alguma coisa foi... 

 

Ah, respondo a todos os vossos comentários no fim de semana! :)


publicado por A Mona Lisa tinha Gases às 20:26
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Quinta-feira, 3 de Abril de 2008

Percalços informáticos

Finalmente, tenho a minha placa de volta!

Infelizmente, tive que penar para o conseguir.

Passava pouco das sete e meia quando cheguei à TMN oficial. Eram nove e meia quando saí de lá. Duas horas para resolver um problema de 15 minutos!

Já bufava por todos os lados. Quando o técnico finalmente me chamou mostrei-lhe o relatório da PC Clinic que dizia "Equipamento danificado".

 

— Isto é que é um relatório completo!— ironizou o técnico.

 

Nem lhe passa pela cabeça. Mesmo quando lhes perguntei qual era o problema, a resposta foi a mesma: O equipamento está danificado.

Mesmo assim o técnico quis verificar a placa. Perda de tempo, pensei eu. Poucos minutos depois mostrava-me, no monitor do pc , o contador da placa a arrancar...

Patifes! Enganaram-me! Explica-me o técnico que em cada 10 relatórios da PC Clinic , 7 estão errados. Dão como perdido o equipamento quando o que se passa é erro do cartão.

Ou seja, fiquei quase duas semanas sem a placa, andei de um lado para o outro por essa Lisboa, gastei gasóleo, dinheiro em parques de estacionamento e paciência, e a solução do problema é uma mera troca de cartão. Algo que a senhora do atendimento ao cliente da TMN disse que podia ser, antes de me mandar para os cromitos da PC Clinic ...

Nem sei o que diga. Não sei qual das incompetências me fere mais. A dos senhores que deveriam ter visto que o problema não era da placa ou a dos senhores responsáveis pelo atendimento de uma TMN oficial, que me fazem esperar duas horas para um simples diagnóstico...

Merde !

sinto-me: Eu é que devo ser...

publicado por A Mona Lisa tinha Gases às 00:30
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Quinta-feira, 30 de Agosto de 2007

O financiador do meu carro sucks!!!

Normalmente até sou uma gaja calminha, extremamente educada e cordial. Porque respeitinho é muito bonito. Mas hoje passei-me! Duma maneira completamente grosseira e selvática. Quem lê isto até parece que transformei no Hulk . Mas não esteve muito longe.

A história por trás disto já se arrasta há três meses e uma pessoa vai acumulando as irritações e, já se sabe, quem acaba por levar por tabela nem tem assim tanta culpa quanto isso.

Enfim, tudo começou numa solarenga manhã de fins de Abril, quando às 8 da manhã a minha "better half " me liga a dizer que destruiu a frente do carro, ao chocar com um Audi que se lembra de passar dos 80 para os 40 nos nossos fantásticos radares da segunda circular. Eu sabia que aquelas coisas eram um prenúncio de desgraça. Qualquer tipo de incidente que danifique o meu querido C2 é para mim uma ofensa pessoal. Mas que se pode fazer?

Preenchida a bela da declaração amigável era altura de a enviar para o banco de financiamento, pois como se trata de um ALD, os titulares do seguro são eles. Passou-se um mês e meio até qualquer contacto relativamente à peritagem ser feito. Só que, quando isso aconteceu, eles ligaram para o meu pai, que nunca teve qualquer tipo de participação na compra deste carro. Se não fosse tão descabido, até diria que deram ao perito o primeiro número que encontraram. O meu pai encaminhou-o para o número correcto só que os anormais nunca mais disseram nada. Este mês decidi que já não aguentava mais ver o C2 com a placa de matrícula torta e com o pára-choques arranhado. Liguei para o banco que, infelizmente, faz a ponte entre nós e a seguradora e tentei esclarecer a situação. E não é que os filhos da mãe me dizem que nunca receberam a declaração amigável? Como é que é possível dizerem-me uma coisa destas se inclusivamente já a enviaram para a seguradora, possibilitando, assim, o contacto daquele primeiro perito desmiolado?

Respirei fundo, mudei de assunto e desliguei. Entretanto enviei-lhes um outro formulário que me tinha sido pedido e cerca de uma semana e meia depois, voltei a ligar.

E, claro, ainda não sabem o que se passou com a declaração amigável e não receberam o segundo formulário enviado. Aí é que foi! Eu já não estava muito contente com eles. Com isto, passei-me! Pedi-lhes para confirmarem a morada e perguntei qualquer coisa do género: "Ah, fica em Lisboa! Não é no triângulo das Bermudas? Porque as cartas que envio nunca aí chegam!"

A mulher não gostou. Começou a responder-me duma forma menos cordial e quando dei por mim, estava a berrar. Eu nem sabia que a minha voz podia atingir aquele volume! E acusei-os de tudo o que me lembrei: de incompetência, de mentirem deliberadamente, de estupidez... É tudo verdade mas, aparentemente, tem muito mais impacto se for dito aos berros.

E agora estou com alguma vergonha. Mas só da parte dos gritos porque, diga-se de passagem, até lhe mandei umas bocas fixes. Não vou citar a instituição em causa, mas é aquela que financia a compra dos Citroën e Peugeot.

Que pena! E eu que até queria tanto que o mau próximo carro fosse o C4 . Oh well ...  

 

sinto-me: Será que estou com Raiva?
música: When doves cry- Prince

publicado por A Mona Lisa tinha Gases às 22:06
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Ninguém percebe o Leonardo. A Mona Lisa nao estava a sorrir, estava com gases. É o primeiro registo de arte escatológica.

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