Sexta-feira, 1 de Maio de 2009

Sabem o que é que é estúpido?

O carro anda há uma semana a piscar uma luzinha vermelha no tablier e a emitir um beep que nem um doido nas curvas.

Eu ando há uma semana a pensar que tenho que ver no manual o que é que aquilo quer dizer.

E hoje descubro que o sistema de refrigeração estava tão seco, tão seco, que até fumegava quando abri a tampinha!

Em vez de piscar aquelas luzinhas maradas, não podia aparecer a palavra radiador? Facilitava-nos a vida a todos!

Considerando bem as coisas, ainda estou para perceber como é que o carro ainda não berrou, algures numa dessas estradinhas de Portugal.

Opá, eu até tento cuidar dele da melhor maneira possível, tento manter os óleos e as águas em dia. Mas o raio do bicho tem tanto buraco onde enfiar fluidos, que uma pessoa esquece-se.

Pronto, admito, é típico de gaja. Mas também, não podíamos ser assim tãoooo perfeitas...

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publicado por A Mona Lisa tinha Gases às 00:32
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Quarta-feira, 25 de Março de 2009

Motorized love

Daqui a quatro meses acabamos de pagar o carro. E em princípio vamos dá-lo como entrada para comprar dois novos. São baratinhos, pelo que não deve pesar muito no orçamento. Já escolhi o modelo, a cor e estou obviamente in love. O meu primeiro carro novo, que é mesmo só meu! Estou tão excited!

Mas vai-me custar tanto abandonar o meu nini C2 à sua sorte. Eu e aquele carro passámos por muitas aventuras por essas estradas de Portugal. Sei que as pessoas não costumam entender, mas às vezes estabelece-se um laço muito forte com os carros, principalmente com o primeiro, principalmente se facilitam a nossa vida mas também se são divertidos de conduzir. Já estou nostálgica e ainda faltam quatro meses! Oh!

Anyway, aqui está o meu novo amor motorizado:

 

Aveo

 

Aveo

 

Não é the coolest?!

Oh tempo que não passas!

 

E pronto, é isso. Agora só tenho que me esquecer todos os dias que vou comprar um carro aos americanos () e podemos viver felizes para sempre!

 

(Imagens gentilmente cedidas pelo site da Chevrolet Portugal, ainda que eles não saibam que estão a ser gentis...)

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publicado por A Mona Lisa tinha Gases às 09:44
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Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008

...

O meu carro está pronto!

Thank God! Acho que nunca senti tanto a falta de nada!

Meu querido C2! Vamos poder voltar a serpentear pelas ruas de Lisboa, por entre toda aquela quantidade parva de malucos e pessoas que não deviam sequer poder segurar a carta dos outros! 

Ohhhhh, como a vida é boa!

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publicado por A Mona Lisa tinha Gases às 13:33
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Quarta-feira, 26 de Novembro de 2008

Sad little story

Os senhores afinal não fugiram.

Mas também não tinham exactamente tudo em ordem...

Bem, não é nada que eu possa explicar-vos aqui mas o importante é que está tudo bem e que a declaração amigável segue hoje para a seguradora.

Mas os planos de fim de semana no Gerês, com direito a massagem relaxante, jantar e mais merdices de que eu preciso mesmo muito estão arruinados. Este próximo fim de semana é impossível, no outro pode vir a ser também.

Nini C2 não anda! Ou melhor, ele anda! Na verdade, anda muito bem, como se não se tivesse passado nada. O único problema é que quando chega aos 35, 40 km/h começa a fazer um barulho como se fosse levantar voo, que se intensifica até aparecer que vamos dentro do space shuttle...

O carro deve estar todo lixado por dentro... Like me! Há mais de dois anos que não faço férias e agora que ia ter direito a fim de semana romântico, vai tudo por água abaixo...

DAMN YOU!!!

Deprimi.


publicado por A Mona Lisa tinha Gases às 09:54
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Terça-feira, 16 de Outubro de 2007

Marretas da estrada...

Pois é, esta manhã foi bastante atribulada para a minha pessoa. Na realidade, foram só dez minutos da minha manhã mas, vai-se lá saber, ainda não consegui engolir tudo!

Às nove horas, com duas horas de sono e muito mau humor, enfio-me no carro. Ar condicionado ligado (Desculpem lá, tenho as preocupações ambientais de qualquer um mas a meio de Outubro preciso é de aragens!), banquinho ajustado e lá vou eu! Assim que paro na intersecção da minha rua com a estrada principal, aparece-me o primeiro anormalzito , ao volante do seu Audi. O gajo deve ter passado por mim a mais de 100. Numa zona de 50. A três metros de mim, a passadeira. Desconfio que se algum ser tivesse tido a infeliz ideia de atravessar a passadeira segundos antes daquele lunático aparecer na curva, só parava em Santarém! O senhor deve ser do gang que anda aí de noite a arrancar as lombas! Sim, porque nesta zona, lombas na estrada só aguentam inteiras duas horas!

Mal refeita da potencial tragédia que poderia ter-se desenrolado mesmo à minha frente, surge o segundo mentally challenged do dia. Já na estrada principal, alguns metros depois de uma curva, outro Audi. Desta vez, aparece-me em contramão. Isto porquê? Porque o senhor achou por bem ultrapassar um camião, numa curva sem visibilidade! Tive de deixar metade dos pneus na estrada para evitar bater de frente. Pergunto-me, se não tivesse conseguir evitar o embate, quantas horas demorariam a raspar a minha massa encefálica do volante...

Quando achava que mais nada de estranho poderia passar-se, vem a pièce de résistance . Ao volante de quê?, perguntam  vocês. Não, não era um Audi. Era um Fiat Seiscentos. Suponho que a imbecilidade é transversal aos vários escalões socioeconómicos . Este senhor achou que deveria atirar-se para a minha frente, quando eu  seguia, pacatamente, na estrada principal. Porque sim. Porque dá muito trabalho parar nos cruzamentos. Tem que se mexer os pés, eventualmente a cabeça. É uma trabalheira dos diabos! Desta vez não tive de travar a fundo, ia devagar. Claro! Eu já ia preparada! Não há duas sem três e calculei logo que ainda ia encontrar mais algum motivo para detestar a humanidade e seus sistemas de locomoção. Mas eis se não quando, o homem pára! E eu sem ver o obstáculo! Mas o que é que se passa? Será que o asfalto abateu? Ou caiu-lhe o cigarro entre as pernas, causando dano nas suas partes... Hã, partes!

Não! O raio do marreta (Estão a ver quais são? Aqueles velhotes de boina e bigode cerrado, já amarelado por causa do tabaco.) parou a carripana no meio da estrada para mandar uns piropos a uma miúdas que estavam na paragem do autocarro do outro lado!

Nem tive reacção. Fiquei tão abismada com aquilo que só consegui recuperar ainda  a tempo de ouvir uma buzina atrás de mim, porque agora era eu que estava parada no meio da estrada.

Oh pá! Mas porquê? Será que fiz mal a alguém durante o sono? Tive pensamentos impuros? Mais do que é habitual? Que me lembre não há assim muitas razões para todos os imbecis de Lisboa se atravessarem no meu caminho!

Estive mesmo para dar meia volta e apanhar o autocarro! É que acho que ir a levar com odor corporal inimaginável provocar-me-ia menos danos coronários que uma sucessão de situações deste gabarito! Valha-me a minha santíssima Rodoviária de Lisboa!  

sinto-me: Surpreendentemente inteira!
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publicado por A Mona Lisa tinha Gases às 19:59
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Quinta-feira, 30 de Agosto de 2007

O financiador do meu carro sucks!!!

Normalmente até sou uma gaja calminha, extremamente educada e cordial. Porque respeitinho é muito bonito. Mas hoje passei-me! Duma maneira completamente grosseira e selvática. Quem lê isto até parece que transformei no Hulk . Mas não esteve muito longe.

A história por trás disto já se arrasta há três meses e uma pessoa vai acumulando as irritações e, já se sabe, quem acaba por levar por tabela nem tem assim tanta culpa quanto isso.

Enfim, tudo começou numa solarenga manhã de fins de Abril, quando às 8 da manhã a minha "better half " me liga a dizer que destruiu a frente do carro, ao chocar com um Audi que se lembra de passar dos 80 para os 40 nos nossos fantásticos radares da segunda circular. Eu sabia que aquelas coisas eram um prenúncio de desgraça. Qualquer tipo de incidente que danifique o meu querido C2 é para mim uma ofensa pessoal. Mas que se pode fazer?

Preenchida a bela da declaração amigável era altura de a enviar para o banco de financiamento, pois como se trata de um ALD, os titulares do seguro são eles. Passou-se um mês e meio até qualquer contacto relativamente à peritagem ser feito. Só que, quando isso aconteceu, eles ligaram para o meu pai, que nunca teve qualquer tipo de participação na compra deste carro. Se não fosse tão descabido, até diria que deram ao perito o primeiro número que encontraram. O meu pai encaminhou-o para o número correcto só que os anormais nunca mais disseram nada. Este mês decidi que já não aguentava mais ver o C2 com a placa de matrícula torta e com o pára-choques arranhado. Liguei para o banco que, infelizmente, faz a ponte entre nós e a seguradora e tentei esclarecer a situação. E não é que os filhos da mãe me dizem que nunca receberam a declaração amigável? Como é que é possível dizerem-me uma coisa destas se inclusivamente já a enviaram para a seguradora, possibilitando, assim, o contacto daquele primeiro perito desmiolado?

Respirei fundo, mudei de assunto e desliguei. Entretanto enviei-lhes um outro formulário que me tinha sido pedido e cerca de uma semana e meia depois, voltei a ligar.

E, claro, ainda não sabem o que se passou com a declaração amigável e não receberam o segundo formulário enviado. Aí é que foi! Eu já não estava muito contente com eles. Com isto, passei-me! Pedi-lhes para confirmarem a morada e perguntei qualquer coisa do género: "Ah, fica em Lisboa! Não é no triângulo das Bermudas? Porque as cartas que envio nunca aí chegam!"

A mulher não gostou. Começou a responder-me duma forma menos cordial e quando dei por mim, estava a berrar. Eu nem sabia que a minha voz podia atingir aquele volume! E acusei-os de tudo o que me lembrei: de incompetência, de mentirem deliberadamente, de estupidez... É tudo verdade mas, aparentemente, tem muito mais impacto se for dito aos berros.

E agora estou com alguma vergonha. Mas só da parte dos gritos porque, diga-se de passagem, até lhe mandei umas bocas fixes. Não vou citar a instituição em causa, mas é aquela que financia a compra dos Citroën e Peugeot.

Que pena! E eu que até queria tanto que o mau próximo carro fosse o C4 . Oh well ...  

 

sinto-me: Será que estou com Raiva?
música: When doves cry- Prince

publicado por A Mona Lisa tinha Gases às 22:06
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Ninguém percebe o Leonardo. A Mona Lisa nao estava a sorrir, estava com gases. É o primeiro registo de arte escatológica.

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