Então vamos lá imaginar a conversa. O Estado incumbe os "especialistas" da saúde de traçarem estratégias para reduzir os encargos com as doenças derivadas do tabaco! Os especialistas da saúde respondem "sim, padrinho" e lá se lançam na tarefa de obrigar os labregos a deixar de fumar. Porque o labrego não deixa de fumar por ser viciado e por não ter carcanhol para comprar os caríssimos adesivos de nicotina. Não deixa porque é... labrego.
Então como é que damos a volta à questão? Proibe-se o fumo à porta dos cafés. Assim como assim também se vão as constipações. À porta do café não pode ser, mas um bocadinho mais para leste, para os lados da faixa de rodagem já não há espiga. Sim, ali onde vai passar aquele camião TIR. Porque, convenhamos, para o Estado um óbito é mais barato que um enfisema...
Mas isso ainda não chega. Vamos proibir o tabaco dentro dos carros. Mas eu abro a janela, diz o labrego. Não, não pode ser. Porque o cigarrito é especialmente prejudicial para a criançada que vai aos berros no banco de trás e tem um potencial de distracção muito maior que a criançada que agora decidiu começar a fazer do banco trampolim. Portanto, vamos deixar de ver o nevoeiro localizado dentro do habitáculo mas começamos a receber pessoal nas urgências de queixos partidos porque um dos labregos decidiu levar um bastão para suprir a falta do maço de tabaco.
Como podemos comprovar, é só ideias geniais.
Mas o mais genial não é nada do exposto acima. É que qualquer dia o labrego, em vez de tentar deixar de fumar pela enésima vez com o apoio que já se conhece, vai começar a desejar que o estado proíba totalmente o tabaco ou, pior, o obrigue a pagar as despesas do seu enfisema provocado pelo tabaco.
Mas quanto a isso, eu esperava sentada. É que estes também são especialistas naquilo a que se conviu chamar encapotamento. Gostam de o fazer pela calada...
São cinco anos.
5 anos de piadolas, revoltas, confissões, segredos, amigos mais ou menos virtuais, cumplicidades, gargalhadas, uma ou outra lágrima.
Cinco anos de emoções.
Quem diz que os blogs passaram à história? Qual Twitter, qual quê?
Venham mais cinco anos de gás hilariante (lá muito de vez em quando), dos vossos comentários que agradeço (e aos quais gostaria de responder, se o tempo não tivesse um chicote tão grande) e das histórias que partilhamos!
Mais cinco anos de A Mona Lisa tinha gases! Eles que venham!
No meu tempo íamos de férias e
dávamos presentes no Natal
Eu sei que está a chegar a altura do Halloween, mas quantas vezes mais é que o Pedro Passos Coelho se vai transformar em abóbora?
Hã, Halloween, abóbora, Cinderella? Não?
Pois fiquem a saber que na minha cabeça, antes de o passar para aqui, teve imensa piada!
O Millennium BCP está a oferecer fitinhas para pôr no pulso para podermos todos demonstrar o nosso orgulho por Portugal.
Newsflash, Millennium: O pessoal só não dinamita este antro porque o país não está no seguro!
Orgulho, qual orgulho? Só se amarrarmos as fitinhas umas às outras para fazermos uma forca...
E o pior ainda está para vir, diz o Gaspar. Ugh! Nem as fitinhas do Millennium nos vão valer quando este belo dia chegar.
A maior parte das vezes, a publicidade só nos faz bocejar, desesperar pelo fim.
E depois há o contrário, os escassos segundos que de alguma forma nos inspiram ou nos comovem ou nos mostram que há esperança.
Ainda que o objectivo seja vender um par de calças...
Premissa 1: O Económico diz que a ERSE quer aumentar a electricidade em 30% em 2012.
Premissa 2: Eu recebo uma factura da EDP, ainda com IVA a 6%, com uma diferença de 20€ (para cima, claro, é sempre para cima) em relação à última factura.
Conclusão: Eu dirijo-me à EDP e ofereço o meu futuro filho primogénito em servitude se eles prometerem parar de me torturar.
Cada um vai a jogo com as fichas que tem...


Já lá vão dez anos, mas ninguém se esquece exactamente onde estava e o que estava a fazer.
Eu estava a dormir e fui acordada pela minha mãe que me dizia que tinha acontecido alguma coisa em Nova Iorque, que um avião tinha chocado com um edifício. Por essa hora ainda ninguém sabia o que se estava a passar, nem aqueles que lá assistiam ao vivo, nem aqueles que, como nós, assistíamos a milhares de quilómetros, pela televisão.
A terrível confirmação de que algo de muito errado se passava, veio pouco depois, com o segundo avião, a segunda bala colossal contra o edifício igualmente colossal. Nesse momento, eu, estremunhada pelo sono, e toda a gente um pouco o mundo, sentiu o queixo cair-lhe perante a demonstração do mal. Nesse segundo, nesse momento que parecia prolongar-se infinitamente, à medida que as televisões repetiam vezes sem conta aquilo que não parecia ser possível, a humanidade juntou-se num chocado e mimético "oh!". Perante o inimigo que parecia longínquo, insignificante, quase inexistente. Perante a realidade de que o extremismo, que nunca poderá originar nada de bom, podia alojar-se entre nós, passear-se pelas nossas ruas, dizimar-nos no nosso âmago e não numa qualquer cidade desértica, de nome impronunciável, num qualquer país invisível.
Muito mudou desde então, muitos inimigos, supostos ou reais, desapareceram, outros surgem e surgirão, muitas guerras se travaram. Mas algo permanece igual. A sensação de desconforto perante as imagens, dos corpos a cair, das torres a encontrar o chão, das pessoas que, momentaneamente, eram todas iguais, cobertas pelos edifícios reduzidos a pó, é a mesma, persiste ainda agora, passados dez anos.
Houve quem dissesse que naquele dia éramos todos americanos. Eu digo que todos aprendemos, nesse dia, que éramos demasiado frágeis e desprotegidos face ao terrorismo, à eterna e renovável estupidez humana. E isso é algo que não se esquece. E é por isso que todos nós sabemos exactamente onde estávamos e o que fazíamos no 11 de Setembro. Porque ultrapassamos o choque, fechamos a boca de espanto, mas não esquecemos.
Ray: I saw your midget today. Little prick didn't even say hello.
Chloë: Well, he's on a lot of ketamine.
Ray: What's that?
Ray: Um, horse tranquilizer.
Ray: Horse tranquilizer? Where'd he get that?
Chloë: I sold it to him.
Ray: You can't sell horse tranquilizers to a midget!
in In Bruges
Alguém devia reduzir a voz do Vítor Gaspar a comprimido e vendê-la nas farmácias.
Mas doses moderadas, muito daquilo pode meter uma pessoa em coma!
Se virmos bem, deve ser uma competência que o homem adquiriu depois de se tornar Ministro deste governo. Uma mutação derivada da Selecção Natural. Alguém que nós dá tantas más notícias e de uma forma tão concentrada, tinha mesmo que ter uma voz indutora de sono. As pessoas bem querem atirar-lhe coisas ou cortar os pulsos, conforme se encontrem ou não perante a sua pessoa, mas o super poder do Gaspar mantê-no, a ele e a nós, a salvo.
Admirável, é o que vos digo!
Este homem devia ter sido enviado para o meio dos tumultos de Londres. Qual canhão de água, Vítor Gaspar neles!
Mês em que se paga a electricidade lá em casa, é sempre mês mais apertado. Principalmente pelos mais de trinta ou quarenta euros do tal imposto de interesse económico geral (a.k.a. O Roubo com Violência) que acresce ao consumo propriamente dito da mesma.
Depois desta manhã estou a ponderar comprar velas. Muita vela!
E que ninguém me refira o Vítor Gaspar durante o fim-de-semana, sob pena de levar com um candelabro no focinho!
Há coisas que me ultrapassam.
A última moda dos putos é tourear automóveis?
Tourear? Automóveis?
E que tal comboios? Isso é que era de homem. Vá, não vale desviarem-se, tem que ser o comboio a fazê-lo!
...
Dickheads
Pronto, the cat is out of the bag!
Agora toda a gente ficou a saber que temos um reactor nuclear. Incluindo a maioria dos portugueses...
O reitor da Católica quer instituir um pseudo dress code que proíba os chanatos e as camisolas do Benfica.
Quanto é que apostam que amanhã, no Correio da Manhã, aparece uma foto do homem a jantar com o Pinto da Costa?
Ou que ainda hoje é formado o grupo de protecção aos chinelos no Facebook...
. Tanto gás ainda provoca u...
. ...
. Outros Gases